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domingo, 4 de setembro de 2011



Cada passo que dei foi por você, assim como as lagrimas. Mas tudo foi jogado fora.
Pela janela do quarto ainda posso ver nossos beijos na praça e nossos abraços na esquina. Consigo sentir o cheiro do meu sangue pelo chão da casa junto com a faca invisível que você usou para cortar o meu coração. Todas as manhãs desejo estar realmente morto para não ter que suportar outro de seus cortes. Pouco a pouco sinto que perco uma parte de mim, a parte de mim que fazia parte de você. 

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